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23 nov 2020

Educação infantil e o novo Fundeb: três pilares para a eficiência

Aloisio Araujo

Professor titular da Escola Brasileira de Economia e Finanças (EPGE/FGV-RJ) e pesquisador emérito do Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), é assessor especial do ministro da Economia, Paulo Guedes

Bruno Ogava
Bacharel em ciências econômicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e doutorando na EPGE/FGV-RJ

O Brasil tem a oportunidade única de romper o ciclo vicioso da pobreza, reduzir desigualdade de oportunidades, promover o desenvolvimento cognitivo de crianças e incluir mulheres no mercado de trabalho com ampliação de creches e pré-escolas de qualidade. O novo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) aumentará expressivamente o dinheiro público disponível para isso. O perigo é uma expansão desordenada da rede de ensino, que não garanta o mínimo de qualidade.

Para fugir dessa armadilha, é preciso criar um sistema de avaliação capaz de medir os impactos dessa expansão de gastos e aperfeiçoar o ensino. No quadro de restrição fiscal, o melhor é aproveitar estruturas governamentais já existentes para a tarefa. O Inep, órgão responsável por monitorar a qualidade da educação, já realiza pesquisas que podem e devem ser ampliadas para conferir os três pilares de uma revolução educacional.

Educação básica no Brasil